Demanda dada é Demanda Cumprida! Será??!

Já iniciaram o atendimento com um pacientinho e alguém da família deu essa orientação para vocês? Mas e aí? O que fazer? A gente fala firme mesmo ou tenta por outro modo?
Bom, para começar, precisamos analisar esse comportamento. Identificar na história de CONTINGÊNCIAS daquela família a TOPOGRAFIA do que é “falar firme” e qual a FUNÇÃO dela naquele contexto, para só assim conseguir delinear o caminho a seguir.
Mas de antemão, convido vocês a refletirem sobre como poderia ser, conhecer ou iniciar uma relação com alguém que usa tal topografia para se comunicar. Será que é benéfico para o VÍNCULO que ainda está sendo estabelecido?
Outro ponto, também, é que precisamos ROMPER com o pensamento de “demanda dada é demanda cumprida”, que esse tipo de frase reproduz. Claro que gostaríamos que nossos pacientes correspondessem a maioria das nossas demandas, mas isso NÃO é um regra. E para tal, precisamos estar atentos a outras variáveis, como as operações motivadoras do paciente, atratividade da demanda, condição física e fisiológica antes e durante a sessão, custo de resposta e vários outros fatores ANTECEDENTES que vão aumentar a probabilidade dele responder ao que foi solicitado. Mas sempre considerando o ASSENTIMENTO e a RETIRADA dele.
Existem muitas formas de se “conectar” com o paciente, mas a melhor delas é garantindo que ele esteja FELIZ, RELAXADO, ENGAJADO e RESPEITADO!

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