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Laboratório do Comportamento Supervisão em ABA Montar meu grupo Montar grupo

GRUPO FECHADO · TEMA COMBINADO ANTES

Supervisão em grupo: cada um leva um caso, todos aprendem

Grupo fechado em torno de um tema definido antes com a Me. Ana Carla Pim Lima (QBA e IBA). Encontros online, e o caso de cada participante vira estudo para a turma inteira.

  • Tema combinado com a supervisora antes de a turma abrir
  • Todo mundo leva caso, dado e hipótese, não só a queixa
  • Valor sob medida, conforme a quantidade de pessoas

A conversa inicial, de até 30 minutos, é gratuita e sem compromisso.

Me. Ana Carla Pim Lima, supervisora técnica em ABA.
Me. Ana Carla Pim Lima Supervisora técnica · QBA · IBA
Mestre UFES QBA & IBA

Como funciona

Um grupo, um tema, e o caso de cada participante

A supervisão em grupo não é aula com plateia. O conteúdo do encontro é o que vocês trazem: o caso, o registro, o gráfico e a hipótese de cada um. A supervisora conduz a discussão e devolve a análise, e quem assiste ao caso do colega leva a decisão dele para dentro do próprio atendimento.

  1. Antes de abrir a turma

    O grupo é fechado e o tema é definido previamente entre os participantes e a supervisora. Quantidade de pessoas, duração dos encontros e formato entram nessa mesma conversa, porque variam de turma para turma.

  2. No dia do encontro

    Todo mundo entra online, com a câmera aberta, de um lugar tranquilo e privado, com fone de ouvido e as abas do computador fechadas. Câmera aberta é requisito: parte do trabalho é feedback sobre execução, e isso não acontece no escuro.

  3. Durante a discussão

    Cada participante apresenta o caso com os dados na tela: registro bruto e gráfico atualizado, porque sem gráfico não há tomada de decisão. Em cima deles vem a hipótese funcional, discutida ponto a ponto com o grupo, e a decisão de manter, ajustar ou trocar o programa. Quando o ponto é execução, a sessão vira ensaio, com role-play e devolutiva na hora.

  4. Depois do encontro

    Cada um sai com as próprias orientações anotadas, com prazo, responsável e data da próxima revisão. No encontro seguinte dá para conferir o que mudou em vez de recomeçar a conversa, e o grupo acompanha a evolução dos casos de todo mundo.

A preparação vale igual para todos: a supervisão não é o momento de organizar os seus materiais, é o momento de discuti-los. Chegue com trechos de vídeo cortados no ponto exato, registros do período, gráficos em dia, planos abertos e as dúvidas anotadas.

Pra quem é

O formato faz sentido quando a troca conta tanto quanto a resposta

Existem três caminhos de supervisão aqui, e o grupo resolve um problema específico: continuidade com investimento menor do que o da individual, somada à discussão com pares que vivem a mesma rotina de atendimento.

É pra você que

  • Já atende e quer supervisão contínua com um investimento menor do que o da individual
  • Aprende vendo o caso do colega ser discutido, não só o seu
  • Tem colegas com a mesma dor técnica e topa fechar um tema com eles
  • Quer sair de cada encontro com decisão de programa, e não com teoria solta

Talvez outro caminho sirva melhor

Se o que você precisa é discutir só os seus casos, com privacidade total e agenda própria, a supervisão individual é o formato certo. Se a demanda é da clínica inteira, com padronização de registro e formação continuada do time, o contrato é o da supervisão para equipes.

Na dúvida entre os três, a conversa gratuita de até 30 minutos existe justamente para isso.

Temas possíveis

O que um grupo costuma escolher para trabalhar

Estes são exemplos do que cabe no formato, não um cardápio fechado. O tema real é o que a sua turma trouxer e combinar com a supervisora antes do primeiro encontro.

Construção do plano de intervenção

Montar o PIC (plano de intervenção comportamental) de ponta a ponta, do que os dados dizem até os procedimentos escritos com critério de decisão definido antes de aplicar.

Análise de dados e decisão

Como registrar, como transformar registro em gráfico de linha e como ler a análise visual para decidir se mantém, ajusta ou troca o programa.

Manejo de comportamento-problema

Levantar hipótese funcional a partir dos dados do caso, escolher o procedimento e ensaiar a execução, com feedback na hora.

Avaliação e elaboração do PEI

Leitura dos protocolos de avaliação e escrita do plano de ensino individualizado: metas, critérios de aprendizagem e datas de revisão.

Relatórios e orientação de pais

Como escrever o relatório do período e como devolver o que os dados mostram para a família, sem jargão e sem promessa que o caso não sustenta.

Ou o recorte que faltar para vocês

Se a dor do grupo é outra, ela vira o tema. O combinado é fechado antes de a turma abrir, para que todos os encontros trabalhem a mesma frente.

As decisões discutidas são embasadas na literatura atualizada da área, incluindo Cooper, Heron e Heward (2019), as diretrizes do QBA, do IBA e do CABA-BR e publicações como a Behavior Analysis in Practice.

Montagem do grupo

O valor sai sob medida, conforme a quantidade de pessoas

Esta modalidade não tem tabela, e não teria como ter: a quantidade de participantes, a duração dos encontros e o tema mudam de turma para turma, e é esse desenho que define o valor. A proposta fecha junto com a abertura do grupo.

  1. Você chama no WhatsApp Conte quantas pessoas o grupo tem (ou quantas você pretende juntar) e qual assunto vocês querem resolver.
  2. Conversa gratuita de até 30 minutos Sem custo e sem compromisso, para fechar o recorte do tema, a duração dos encontros e o tamanho da turma.
  3. Proposta na abertura do grupo Com o desenho definido, o valor é calculado conforme a quantidade de participantes e a turma começa.

Antes de fechar qualquer coisa

Conversa gratuita de até 30 minutos

Uma conversa de até meia hora, sem custo e sem compromisso, para entender se o grupo é o caminho para o seu momento, desenhar o tema com a supervisora e tirar as dúvidas antes de chamar os colegas.

Perguntas frequentes

Dúvidas de quem está montando um grupo

Quantas pessoas entram no grupo?

Varia por turma. A quantidade de participantes, a duração dos encontros e o tema são combinados na abertura do grupo, junto com a supervisora. É esse desenho que define o valor.

Quanto custa a supervisão em grupo?

Não existe tabela para esta modalidade. O valor é feito sob medida conforme a quantidade de pessoas, a duração e o tema do grupo, e fecha na abertura da turma. Chame no WhatsApp contando quantos vocês são e qual tema procuram, que a proposta sai a partir daí.

Como o tema do grupo é escolhido?

Antes de a turma abrir. O grupo diz o que precisa resolver e a supervisora fecha com vocês o recorte do tema, para que todos os encontros trabalhem a mesma frente. Montar um plano de intervenção é um tema possível, não o único.

Qual a diferença entre supervisão em grupo e supervisão para a equipe de uma clínica?

No grupo, profissionais de lugares diferentes se juntam em torno de um tema combinado e cada um leva os seus casos. Na supervisão para equipes, o contrato é com a clínica e o trabalho entra na rotina de atendimento que ela já tem, com padronização de registro e formação continuada do time.

Preciso levar um caso para os encontros?

Sim, e é isso que multiplica o aprendizado: cada participante traz o seu caso, todo mundo discute todos. Traga o problema, os dados e a sua hipótese, não só a queixa. Os gráficos precisam estar atualizados até a última sessão, porque sem gráfico não há tomada de decisão.

Como fica o sigilo dos casos discutidos no grupo?

O cliente aparece por iniciais ou por código nos arquivos compartilhados, nunca com o nome completo, seguindo a LGPD e o código de ética. Cada participante entra de um lugar tranquilo e privado, com fones de ouvido e as abas do computador fechadas. Gravar os encontros é proibido, salvo autorização expressa por escrito.

Ficou alguma dúvida que não está aqui? Chame no WhatsApp e conte em duas linhas o que o seu grupo procura. Prefere acompanhamento um a um? Veja a supervisão individual.