Habilidades sociais
Fazer amigos, participar de uma conversa, esperar a vez ou entrar numa brincadeira. As habilidades são ensinadas uma de cada vez, com atividades que fazem sentido para a idade e os objetivos do paciente.
Desenvolvimento e autonomia, em Vila Velha
Uma clínica com terapia ABA para crianças, adolescentes e adultos jovens de 8 meses a 30 anos e equipe multidisciplinar no mesmo espaço. A especialidade da casa é o autismo, mas o atendimento é mais amplo do que isso: atraso de fala, dificuldade de aprendizagem, comportamento e autonomia no dia a dia. E não é preciso ter um diagnóstico fechado para começar.
A primeira conversa é sem compromisso. Antes de qualquer avaliação dá para marcar um horário com a supervisora: ela explica a metodologia e mostra o espaço.
Quem a gente atende
O Transtorno do Espectro Autista é a especialidade da casa, e é o que traz a maior parte das famílias até aqui. Mas o que a equipe faz é acompanhar o desenvolvimento, e boa parte das crianças chega antes de qualquer diagnóstico: com uma fala que não vem, uma dificuldade na escola que ninguém explica, um comportamento que virou rotina de choro em casa. Na terapia ABA, adolescentes e adultos jovens também podem trabalhar autonomia, habilidades sociais, rotina, trabalho e estudo.
O que o trabalho busca
Muda a queixa, muda a especialidade, mas três coisas atravessam quase todo plano que sai daqui.
Fazer amigos, participar de uma conversa, esperar a vez ou entrar numa brincadeira. As habilidades são ensinadas uma de cada vez, com atividades que fazem sentido para a idade e os objetivos do paciente.
Conseguir dizer o que quer e o que incomoda, na forma que funcionar para cada pessoa: fala, gesto, figura ou prancha de comunicação alternativa. Comunicação verbal e não verbal contam igual.
Agressão, birra e autoestimulação diminuem quando se entende para que elas servem. Quando aparece um jeito melhor de conseguir a mesma coisa, o comportamento difícil perde a função e cede.
A especialidade da casa
A ABA é uma ciência, não um método da moda: décadas de pesquisa sobre como uma pessoa aprende uma habilidade nova. Aqui ela é aplicada por psicólogas: a supervisora monta o plano e a aplicadora conduz as sessões.
O plano é individual, feito para cada paciente: metas escritas a partir do que ele já faz, do que faz com ajuda e do que ainda precisa aprender. E cada sessão gera dados que mostram se está funcionando.
As atividades respeitam a idade e os interesses do paciente. Para crianças, há brincadeira; para jovens e adultos, o trabalho pode incluir situações de estudo, trabalho e autonomia na rotina.
É o acompanhamento mais longo que a clínica faz, e o mais comum entre as crianças com autismo. Mas nem toda pessoa que chega aqui precisa dele: para algumas, o caminho é fonoaudiologia, psicopedagogia ou terapia ocupacional, sozinhas ou combinadas. Quem precisa de terapia ABA descobre isso depois da conversa, não antes.
Cada meta tem um alvo escrito, um jeito combinado de medir se ela avançou e uma data para ser revista. Quando o dado da sessão não sobe, quem muda é o programa, não o paciente.
A mesma meta de comunicação pode começar por som, por gesto, por figura ou por frase, conforme o repertório do paciente e o que ele e/ou a família precisam resolver primeiro.
Não é cura para o autismo e não é adestramento. O objetivo é ampliar o repertório do paciente: mais formas de se comunicar, participar das atividades e lidar com as situações do dia a dia.
Referência técnica do trabalho: Applied Behavior Analysis, de Cooper, Heron e Heward, 3ª edição, 2020.
Como funciona
Da avaliação às sessões, você acompanha cada passo da terapia ABA. Para crianças, a orientação parental também faz parte desse percurso. Tudo começa com uma mensagem.
O primeiro passo é o período de integração: uma sessão de entrevista com o próprio paciente e/ou família, seis de observação e testes com o paciente e uma de devolutiva. Para crianças, a entrevista é com os pais ou responsáveis. Uma delas acontece na casa de vocês, porque o plano precisa caber na rotina real.
Na devolutiva você e/ou a família recebem o parecer, com objetivos de curto, médio e longo prazo e a carga horária sugerida. Quantas sessões por semana vão caber fecha junto com vocês, não vem de pacote pronto.
Toda sessão vira dado. Se a meta é reduzir uma estereotipia, a terapeuta registra a frequência dela sessão a sessão, e você e/ou a família acompanham a curva pelo aplicativo, sem depender de impressão.
Para crianças, a família aprende junto o que está sendo feito na sessão, porque o progresso precisa acontecer em casa também. Ela também existe sozinha, uma vez por semana, para famílias de crianças que ainda não conseguem sustentar as duas sessões semanais da terapia. Para jovens e adultos, converse com a equipe sobre as possibilidades.
Tudo começa na etapa 01. Manda uma mensagem contando a sua idade ou a de quem precisa do atendimento, o que está preocupando vocês e se já existe laudo ou encaminhamento, e a gente agenda a avaliação inicial.
Nas outras especialidades o caminho é mais curto. Na fonoaudiologia, por exemplo, a primeira sessão já é a anamnese e o começo da terapia, e a carga horária fecha junto com a família depois de 6 a 8 sessões.
A equipe multidisciplinar
Psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicopedagogia, nutrição, psicoterapia e neuropsicologia atendem no mesmo endereço. Não é uma prateleira de serviços avulsos: quando mais de uma especialidade acompanha a mesma criança, elas conversam entre si e puxam pelos mesmos objetivos, num plano personalizado só.
É o acompanhamento mais longo da casa e o eixo do plano quando o paciente faz ABA. A supervisora avalia, escreve o plano de ensino e revisa as metas; a terapeuta aplicadora executa na sessão e registra o dado de cada objetivo. Para crianças, a orientação parental anda junto, para o que se aprende na sala virar rotina em casa.
Ver a terapia ABACuida da comunicação em todos os formatos: fala, linguagem e comunicação alternativa e aumentativa, além de motricidade orofacial, mastigação e seletividade alimentar. Atende do recém-nascido ao adolescente de 16 anos, incluindo bebês com dificuldade de amamentação ou de deglutição. No plano integrado, é quem faz a criança conseguir pedir. E isso costuma destravar o resto.
Ver a fonoaudiologiaTrabalha coordenação motora fina e grossa, integração sensorial, autorregulação e as tarefas que dão independência de verdade: vestir, comer, tomar banho, brincar. Dentro do plano integrado, é quem faz a habilidade sair da sala e funcionar na rotina: em casa, na escola e no meio do barulho do supermercado.
Ver a terapia ocupacionalOlha o aprendizado e o desempenho escolar: leitura, escrita, matemática e a organização para dar conta da tarefa. Dislexia, TDAH e discalculia entram aqui de frente, com ou sem diagnóstico fechado. É a especialidade que mais conversa com a escola, porque é lá que o problema costuma aparecer primeiro.
Ver a psicopedagogiaMapeia atenção, memória, linguagem, raciocínio, funções executivas, emoção e comportamento, e ajuda a separar condições que se parecem por fora, como TEA, TDAH, dislexia e deficiência intelectual. Não é terapia: é o retrato que orienta o plano, inclusive quando o plano vai acontecer em outro lugar. Atende crianças, adolescentes e adultos.
Ver a avaliação neuropsicológicaEntra quando a alimentação é a questão: seletividade alimentar, recusa e o risco de faltar nutriente numa lista de comidas que só encurta. O trabalho é ampliar o cardápio de forma segura, no ritmo da criança, junto com a fonoaudiologia e com quem está na mesa na hora da refeição.
Ver a nutriçãoA equipe também atende em psicoterapia, para quando o que se precisa é um espaço de escuta, e não o treino de uma habilidade específica. Como a agenda varia, vale confirmar a disponibilidade antes de contar com ela no plano.
Ver a psicoterapiaQuem atende
A equipe é de profissionais graduados e certificados, e a supervisão da terapia ABA tem mestrado e certificação internacional na área.
Quem atende você ou sua família, com que formação e sob qual supervisão está na página da equipe.
Cada atendimento por dentro
Cada atendimento tem a sua própria página, com como funciona, para quem é, o que acontece na primeira sessão e as dúvidas específicas daquela especialidade.
A nutrição e a psicoterapia atendem todas as idades e também acontecem online. Quem elas são dentro do plano está logo acima, na seção da equipe.
Como trabalhamos
O que muda de uma clínica para outra não é o nome da terapia: é como ela é conduzida, quem conduz e o que a família consegue enxergar do caminho.
Profissionais graduados, com certificação e formação na própria especialidade. Sem estagiário na clínica, em nenhum atendimento. E na terapia ABA, com as horas de supervisão que a normativa internacional pede.
Cada decisão sai do dado da sessão. A família acompanha os gráficos de cada objetivo pelo aplicativo, sem esperar reunião para saber como está indo.
Terapia é continuidade: o apoio da família sustenta a evolução do paciente entre uma sessão e outra. Por isso a orientação parental caminha junto com o tratamento, do consultório para a rotina de casa.
Clínica, casa ou escola. Quando o objetivo pede, a terapia sai da sala e vai para o lugar onde a habilidade tem que funcionar.
Nosso espaço
O Laboratório do Comportamento atende em Araçás, Vila Velha (ES), num espaço pensado para a criança que vai usar a sala: acolhedor, seguro, terapêutico e sem estímulo sobrando na parede. Atendemos famílias de Vila Velha e de toda a Grande Vitória: Vitória, Serra e Cariacica. Quando o plano pede, a sessão também acontece em casa ou na escola.
Antes da primeira mensagem
Não. O Transtorno do Espectro Autista é a especialidade em destaque da casa, e é por isso que a terapia ABA aparece tanto por aqui. A terapia ABA também atende adolescentes e adultos jovens até 30 anos. O acompanhamento inclui desenvolvimento, além do autismo: atraso de fala e de linguagem, dificuldade de aprendizagem como dislexia, TDAH e discalculia, questões de comportamento, autonomia no dia a dia e seletividade alimentar. E não é preciso ter um diagnóstico fechado para começar.
Não. A clínica atende normalmente pacientes sem diagnóstico fechado, e é comum o próprio médico pedir as avaliações dos profissionais para conseguir fechar o diagnóstico. Se já existe laudo ou encaminhamento, mande o documento junto com a primeira mensagem: ele costuma trazer a sugestão de horas e de profissionais, e a equipe segue a partir dali.
Não atendemos convênio nem plano de saúde. Para manter a qualidade dos atendimentos e a equipe constantemente capacitada e treinada, optamos por manter os atendimentos de forma particular.
A terapia ABA atende de 8 meses a 30 anos. A equipe multidisciplinar atende de 8 meses a 15 anos. A fonoaudiologia vai até 16 anos e atende também recém-nascido com dificuldade de amamentação ou de deglutição. A avaliação neuropsicológica não tem faixa: crianças, adolescentes e adultos.
A base é o espaço da clínica, em Araçás. Quando o plano do paciente pede, a sessão também acontece em casa ou na escola. Uma das sessões da avaliação inicial da terapia ABA já é feita em domicílio, justamente para o plano caber na rotina real de vocês.
São avaliações diferentes. A neuropsicológica investiga o diagnóstico e gera o laudo, e pode ser feita em outro lugar, sem nenhum impeditivo, assim como outras terapias em paralelo. Já o período de integração é a avaliação para a terapia ABA, feita pela nossa equipe: é o primeiro passo do tratamento, onde nasce o plano de intervenção do paciente.
Pelo WhatsApp. A gente pergunta a idade do paciente, o que está preocupando vocês e se já existe laudo ou encaminhamento. Com isso a equipe indica por onde começar: uma avaliação, uma especialidade específica ou uma conversa antes de decidir. No caso da terapia ABA, o primeiro passo é a avaliação inicial, e a terapia começa logo depois da devolutiva. Se preferir conhecer antes, dá para marcar um horário com a supervisora, que explica a metodologia e mostra o espaço.
Próximo passo
Manda uma mensagem contando a sua idade ou a de quem precisa do atendimento, o que está preocupando vocês e se já existe laudo ou encaminhamento. São as três coisas que a gente pergunta de qualquer jeito, e com elas a resposta já vem inteira, mesmo quando ela é indicar outro caminho.
Segunda a sexta, das 8h às 18h