Terapia ABAe intervenção precoceCuidado humanizado para crianças, adolescentes e adultos jovens, em Araçás, Vila Velha, Espírito Santo
Terapia ABA de 8 meses a 30 anos, para crianças, adolescentes e
adultos jovens, com ou sem diagnóstico fechado. O autismo é a
especialidade em destaque. O plano nasce da avaliação do próprio
paciente e/ou família, com atividades adaptadas à idade e aos
objetivos.
A primeira conversa é sem compromisso.
Antes de qualquer avaliação dá para marcar um horário com a
supervisora: ela explica a metodologia e mostra o espaço.
Marcar esse horário.
Antes de decidir
O que é a terapia ABA,
na prática
A ABA é uma ciência, não um método da moda: décadas de pesquisa
sobre como uma habilidade nova se aprende e por que um
comportamento se mantém. Aqui ela é aplicada por psicólogas: a
supervisora monta o plano e a aplicadora conduz as sessões. O
plano de cada paciente é acompanhado por uma supervisora Mestre,
certificada IBA® e QBA®.
O trabalho começa observando: o que você já faz por conta própria,
o que faz com ajuda e o que ainda precisa aprender. Dessa
observação sai um plano de ensino com metas escritas, e o plano
vira sessão, uma hora de cada vez.
Com crianças pequenas, a brincadeira ajuda a aprender a pedir,
esperar e trocar de atividade. Para adolescentes e adultos jovens,
os objetivos podem incluir autonomia, habilidades sociais, rotina,
trabalho e estudo. As atividades acompanham a idade e o que faz
sentido na sua vida.
Autismo não é caso raro: no levantamento de 2025 do
CDC,
o centro de controle de doenças dos Estados Unidos, cerca de 1
em cada 31 crianças de 8 anos foi identificada com TEA. Aqui, boa
parte das crianças chega antes de qualquer diagnóstico fechado.
A mesma meta de comunicação pode começar por som, por gesto, por
figura ou por frase, conforme o repertório do paciente e o que ele
e/ou a família precisam resolver primeiro.
03
O que a terapia ABA não é
Não é cura para o autismo e não é adestramento. O objetivo é ampliar
o repertório do paciente: mais formas de se comunicar, participar
das atividades e lidar com as situações do dia a dia.
Começar cedo dá mais tempo ao que está se formando
A clínica atende a partir dos 8 meses. Quanto antes a criança começa,
mais cedo o trabalho encontra habilidades que ainda estão se
organizando, e mais tempo o plano tem para acompanhar cada uma delas
enquanto a rotina da família ainda está sendo montada.
Não é uma corrida contra o relógio nem uma promessa de resultado.
É o contrário: começar cedo é o que permite ir devagar, com objetivos
pequenos, medidos e revistos, em vez de correr atrás de um atraso que
já se acumulou.
Não precisa esperar o laudo para procurar ajuda.
A clínica atende normalmente pacientes sem diagnóstico fechado, e é
comum o próprio médico pedir as avaliações dos profissionais para
conseguir fechar o diagnóstico.
Comunicação funcional
Ter um jeito de pedir que funcione, para o choro deixar de ser a
única saída. Pode começar por som, por gesto, por figura ou por
frase, conforme o repertório de hoje.
Autonomia no dia a dia
Comer, vestir, esperar a vez, trocar de atividade, participar da
rotina da casa. São as metas que mais mudam a semana da família,
e por isso costumam vir cedo no plano.
Brincar e conviver
Entrar numa brincadeira, sustentar a interação por mais tempo e sair
dela sem crise. É o que abre a porta da escola, do parque e da casa
dos outros.
Como funciona
Do primeiro contato
à rotina de sessões
Você acompanha o caminho do primeiro contato às sessões, com decisões
combinadas com você e/ou sua família. Para crianças, a orientação
parental também faz parte desse percurso.
01
Primeiro contato
Pelo WhatsApp. A gente pergunta três coisas: a idade do paciente,
se já fez terapia ABA antes e se existe laudo, diagnóstico ou
encaminhamento. Se já existe, mande o documento junto: ele costuma
trazer a sugestão de horas e de profissionais.
Se preferir conhecer antes de decidir, dá para marcar um horário com
a supervisora: ela explica a metodologia e mostra o espaço.
02
Avaliação inicial, o período de integração
São oito sessões: uma de entrevista com o próprio paciente e/ou
família, seis de observação e aplicação de protocolos com o
paciente e uma de devolutiva. Para crianças, a entrevista é com os
pais ou responsáveis. Uma das sessões de aplicação acontece em
domicílio, para o plano nascer da rotina real.
A avaliação não é uma etapa opcional antes da terapia: ela é o
primeiro passo da terapia. É nela que os objetivos nascem.
03
Devolutiva e plano individualizado
Na devolutiva você e/ou a família recebem o parecer detalhado, com
objetivos de curto, médio e longo prazo e a carga horária
sugerida. Ali também se define onde a sessão acontece: na clínica,
em casa ou na escola.
Quantas sessões por semana vão caber fecha junto com vocês. Depois
da devolutiva, você e/ou a família decidem se querem começar.
04
Sessões, uma hora por vez
Cada sessão tem uma hora. O mínimo da terapia ABA são duas por
semana: abaixo disso os objetivos e as atividades não conseguem
ser desenvolvidos com o paciente.
Toda sessão vira dado. Se a meta é reduzir uma estereotipia, a
terapeuta registra a frequência dela sessão a sessão, e você e/ou
a família acompanham a curva pelo aplicativo, sem depender de
impressão nem esperar reunião.
05
Orientação parental para crianças
Para crianças, a família aprende junto o que está sendo feito na
sessão, porque o progresso precisa acontecer em casa também. É o
que sustenta a habilidade nova quando a terapeuta não está na
sala.
A orientação parental também existe sozinha, uma vez por semana,
para famílias de crianças que ainda não conseguem sustentar as
duas sessões semanais da terapia. Para adolescentes e adultos
jovens, converse com a equipe sobre as possibilidades.
Sessão de terapia ABA na clínica
Araçás, Vila Velha, Espírito Santo.
Quem cuida
O que a família
encontra aqui?
A clínica reúne terapia ABA, fonoaudiologia, terapia ocupacional,
psicopedagogia, nutrição e neuropsicologia. Quando mais de uma
especialidade acompanha o paciente, as equipes conversam sobre os
mesmos objetivos, respeitando a faixa etária de cada serviço. O
autismo é destaque, mas não é preciso ter esse diagnóstico para
procurar a clínica.
8
meses é a idade em que já dá para começar. A terapia ABA atende
de 8 meses a 30 anos.
60
minutos por sessão, na frequência que o plano da criança pedir.
Rua Montevidéu, nº 912, sala 01. Araçás, Vila Velha, ES,
CEP 29.103-025. Recebemos famílias de toda a Grande Vitória: Vitória, Serra e Cariacica. Também atendemos em domicílio e na
escola.
Quem aplica a sessão
Sem estagiário na clínica: só profissional graduado e certificado. A terapeuta
aplicadora executa o que a supervisora planejou, e o plano
individualizado segue a proporção de horas supervisionadas
definida pela normativa internacional.
Evolução que dá para ver
Cada decisão sai do dado da sessão. A família acompanha os gráficos
de cada objetivo pelo aplicativo, sem esperar reunião para saber
como está indo.
Onde a sessão acontece
Na clínica, em domicílio ou na escola, conforme o plano do paciente.
Uma das sessões da avaliação já acontece em casa, para o
planejamento nascer da rotina de vocês.
Equipe multidisciplinar
Quando o plano pede mais de uma frente, o paciente não precisa
atravessar a cidade: a equipe está no mesmo lugar. A recomendação é
começar por uma terapia de cada vez.
Antes da primeira mensagem
O que as famílias
sempre perguntam
Qual é a faixa etária da terapia ABA?
A terapia ABA atende de 8 meses a 30 anos: crianças, adolescentes
e adultos jovens, com ou sem diagnóstico fechado. O Transtorno do
Espectro Autista é a especialidade em destaque, mas o atendimento
também inclui outras necessidades de desenvolvimento,
comportamento e autonomia. Na dúvida, vale conversar com a equipe.
Precisa de laudo de autismo para começar a terapia ABA?
Não. A clínica atende normalmente pacientes sem diagnóstico
fechado, e é comum o próprio médico pedir as avaliações dos
profissionais para conseguir fechar o diagnóstico. Se já existe
laudo, diagnóstico ou encaminhamento, mande o documento junto com
a primeira mensagem: ele costuma trazer a sugestão de horas e de
profissionais, e a equipe segue a partir dali.
Já fiz terapia ABA em outro lugar. Preciso fazer a avaliação de novo?
Sim. A avaliação para terapia ABA é feita pela nossa equipe e é o
primeiro passo do tratamento aqui: é nela que conhecemos o
paciente como ele está hoje e montamos o plano de intervenção
individualizado. Ela é diferente da avaliação neuropsicológica,
que investiga o diagnóstico e pode ser feita em outro lugar, sem
nenhum impeditivo.
Quantas sessões de terapia ABA por semana são necessárias?
A carga horária é sugerida na devolutiva da avaliação, com base
nos objetivos do paciente, e fecha com ele e/ou a família. O
mínimo da terapia ABA são duas sessões por semana: abaixo disso os
objetivos e as atividades não conseguem ser desenvolvidos. Para
famílias de crianças que ainda não conseguem sustentar essa
frequência, a recomendação é a orientação parental, uma sessão por
semana. Para adolescentes e adultos jovens, converse com a equipe
sobre as possibilidades.
As sessões acontecem só na clínica?
Não. O atendimento acontece na clínica, em Araçás, Vila Velha
(ES), e também em domicílio e na escola, conforme o que o plano do
paciente pedir. Uma das sessões da avaliação inicial já acontece
na casa da família, para o planejamento nascer da rotina real.
A clínica atende convênio ou plano de saúde para terapia ABA?
O atendimento é particular, e isso faz parte da qualidade:
profissionais especializados, uma equipe constantemente capacitada
e treinada e o tempo que o plano de cada paciente pede. Por isso a
clínica não trabalha com convênio nem plano de saúde.
Próximo passo
Agende a
avaliação inicial
Manda uma mensagem contando a sua idade ou a de quem vai fazer terapia
ABA, se já fez esse acompanhamento antes e se já existe laudo ou
encaminhamento. São as três coisas que a gente pergunta de qualquer
jeito, e com elas a resposta já vem inteira, mesmo quando ela é indicar
outro caminho.