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Laboratório do Comportamento WhatsApp

Para famílias, em Araçás, Vila Velha

Terapia ABA e intervenção precoce Cuidado humanizado para crianças com autismo, em Araçás, Vila Velha, Espírito Santo

Atendimento em análise do comportamento aplicada para crianças de 8 meses a 15 anos com TEA e outras neurodeficiências. O plano nasce da avaliação da sua criança, e não de um pacote pronto, e a família caminha junto desde a primeira semana.

A primeira conversa é sem compromisso. Antes de qualquer avaliação dá para marcar um horário com a supervisora: ela explica a metodologia e mostra o espaço. Marcar esse horário.

Antes de decidir

O que é a terapia ABA, na prática

A ABA é uma ciência, não um método da moda: décadas de pesquisa sobre como uma habilidade nova se aprende e por que um comportamento se mantém. Aqui ela é aplicada por psicólogas: a supervisora monta o plano e a aplicadora conduz as sessões.

O trabalho começa observando: o que a criança já faz sozinha, o que ela faz com ajuda e o que ainda não faz. Dessa observação sai um plano de ensino com metas escritas, e o plano vira sessão, uma hora de cada vez.

Na prática, a sessão parece brincadeira, e é para parecer mesmo: é brincando que a criança pequena aprende a pedir, a esperar, a trocar de atividade sem que o dia desabe. O que existe por trás é um objetivo escrito para cada uma dessas coisas.

Autismo não é caso raro: no levantamento de 2025 do CDC, o centro de controle de doenças dos Estados Unidos, cerca de 1 em cada 31 crianças de 8 anos foi identificada com TEA. Aqui, boa parte das crianças chega antes de qualquer diagnóstico fechado.

Por que o plano é individual

A mesma meta de comunicação pode começar por som, por gesto, por figura ou por frase, conforme o repertório que a criança já tem e o que a família precisa resolver primeiro.

O que a terapia ABA não é

Não é cura para o autismo e não é adestramento. O objetivo é ampliar o repertório da criança: mais formas de pedir, de esperar, de brincar junto e de resolver o que hoje só se resolve com choro.

Referência técnica do trabalho: Applied Behavior Analysis, de Cooper, Heron e Heward, 3ª edição, 2020. A certificação internacional em análise do comportamento é a da Behavior Analyst Certification Board (BACB), dos Estados Unidos. No Brasil, o Ministério da Saúde reúne as orientações de cuidado da pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

Intervenção precoce

Começar cedo dá mais tempo ao que está se formando

A clínica atende a partir dos 8 meses. Quanto antes a criança começa, mais cedo o trabalho encontra habilidades que ainda estão se organizando, e mais tempo o plano tem para acompanhar cada uma delas enquanto a rotina da família ainda está sendo montada.

Não é uma corrida contra o relógio nem uma promessa de resultado. É o contrário: começar cedo é o que permite ir devagar, com objetivos pequenos, medidos e revistos, em vez de correr atrás de um atraso que já se acumulou.

Não precisa esperar o laudo para procurar ajuda. A clínica atende normalmente crianças sem diagnóstico fechado, e é comum o próprio médico pedir as avaliações dos profissionais para conseguir fechar o diagnóstico.

  • Comunicação funcional

    Ter um jeito de pedir que funcione, para o choro deixar de ser a única saída. Pode começar por som, por gesto, por figura ou por frase, conforme o repertório de hoje.

  • Autonomia no dia a dia

    Comer, vestir, esperar a vez, trocar de atividade, participar da rotina da casa. São as metas que mais mudam a semana da família, e por isso costumam vir cedo no plano.

  • Brincar e conviver

    Entrar numa brincadeira, sustentar a interação por mais tempo e sair dela sem crise. É o que abre a porta da escola, do parque e da casa dos outros.

Como funciona

Do primeiro contato à rotina de sessões

São cinco etapas, sempre na mesma ordem. Você sabe em qual delas está o tempo todo, e cada uma termina com uma decisão da família.

  1. Primeiro contato

    Pelo WhatsApp. A gente pergunta três coisas: a idade da criança, se ela já fez terapia ABA antes e se existe laudo, diagnóstico ou encaminhamento. Se já existe, mande o documento junto: ele costuma trazer a sugestão de horas e de profissionais.

    Se preferir conhecer antes de decidir, dá para marcar um horário com a supervisora: ela explica a metodologia e mostra o espaço.

  2. Avaliação inicial, o período de integração

    São oito sessões: uma de anamnese com os pais, seis de observação e aplicação de protocolos com a criança e uma de devolutiva. Uma das sessões de aplicação acontece na casa de vocês, porque o plano precisa caber na rotina real. Não adianta ensinar a amarrar o sapato se em casa a criança só usa sandália.

    A avaliação não é uma etapa opcional antes da terapia: ela é o primeiro passo da terapia. É nela que os objetivos nascem.

  3. Devolutiva e plano individualizado

    Na devolutiva a família recebe o parecer detalhado, com objetivos de curto, médio e longo prazo e a carga horária sugerida. Ali também se define onde a sessão acontece: na clínica, em casa ou na escola.

    Quantas sessões por semana vão caber fecha junto com vocês. Depois da devolutiva, a família decide se quer começar.

  4. Sessões, uma hora por vez

    Cada sessão tem uma hora. O mínimo da terapia ABA são duas por semana: abaixo disso os objetivos e as atividades não conseguem ser desenvolvidos com a criança.

    Toda sessão vira dado. Se a meta é reduzir uma estereotipia, a terapeuta registra a frequência dela sessão a sessão, e a família acompanha a curva pelo aplicativo, sem depender de impressão nem esperar reunião.

  5. Orientação parental, junto o tempo todo

    A família aprende junto o que está sendo feito na sessão, porque o progresso precisa acontecer em casa também. É o que sustenta a habilidade nova quando a terapeuta não está na sala.

    A orientação parental também existe sozinha, uma vez por semana, para quem ainda não consegue sustentar as duas sessões semanais da terapia. É por onde muita família começa.

Terapeuta apontando um cartaz de letras coloridas para uma criança, sobre a mesa da sessão.
Sessão de terapia ABA na clínica Araçás, Vila Velha, Espírito Santo.

Quem cuida

O que a família encontra aqui?

A terapia ABA não trabalha sozinha: fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicopedagogia, nutrição e neuropsicologia ficam no mesmo espaço, conversando entre si sobre a mesma criança. E nem toda criança que chega à clínica faz terapia ABA. A casa é especializada em autismo, mas atende desenvolvimento infantil de forma mais ampla.

  • 8 meses é a idade em que já dá para começar. A terapia ABA atende de 8 meses a 15 anos.
  • 60 minutos por sessão, na frequência que o plano da criança pedir.
  • Rua Montevidéu, nº 912, sala 01. Araçás, Vila Velha, ES, CEP 29.103-025. Recebemos famílias de toda a Grande Vitória: Vitória, Serra e Cariacica. Também atendemos em domicílio e na escola.

Quem aplica a sessão

Sem estagiário na clínica: só profissional graduado e certificado. A terapeuta aplicadora executa o que a supervisora planejou, com as horas de supervisão que a normativa internacional pede.

Evolução que dá para ver

Cada decisão sai do dado da sessão. A família acompanha os gráficos de cada objetivo pelo aplicativo, sem esperar reunião para saber como está indo.

Onde a sessão acontece

Na clínica, em domicílio ou na escola, conforme o plano da criança. Uma das sessões da avaliação já acontece em casa, para o planejamento nascer da rotina de vocês.

Equipe multidisciplinar

Quando o plano pede mais de uma frente, a criança não precisa atravessar a cidade: a equipe está no mesmo lugar. A recomendação é começar por uma terapia de cada vez.

Antes da primeira mensagem

O que as famílias sempre perguntam

A partir de que idade a criança pode começar a terapia ABA?

A terapia ABA no Laboratório do Comportamento atende crianças de 8 meses a 15 anos, com Transtorno do Espectro Autista e outras neurodeficiências. Não existe idade certa para procurar: se há dúvida sobre o desenvolvimento, vale conversar.

Precisa de laudo de autismo para começar a terapia ABA?

Não. A clínica atende normalmente crianças sem diagnóstico fechado, e é comum o próprio médico pedir as avaliações dos profissionais para conseguir fechar o diagnóstico. Se já existe laudo, diagnóstico ou encaminhamento, mande o documento junto com a primeira mensagem: ele costuma trazer a sugestão de horas e de profissionais, e a equipe segue a partir dali.

Meu filho já fez terapia ABA em outro lugar. Precisa fazer a avaliação de novo?

Sim. A avaliação para terapia ABA é feita pela nossa equipe e é o primeiro passo do tratamento aqui: é nela que conhecemos a criança como ela está hoje e montamos o plano de intervenção individualizado. Ela é diferente da avaliação neuropsicológica, que investiga o diagnóstico e pode ser feita em outro lugar, sem nenhum impeditivo.

Quantas sessões de terapia ABA por semana a criança precisa?

A carga horária é sugerida na devolutiva da avaliação, com base nos objetivos da criança, e fecha junto com a família. O mínimo da terapia ABA são duas sessões por semana: abaixo disso os objetivos e as atividades não conseguem ser desenvolvidos. Para quem ainda não consegue sustentar essa frequência, a recomendação é a orientação parental, uma sessão por semana.

As sessões acontecem só na clínica?

Não. O atendimento acontece na clínica, em Araçás, Vila Velha (ES), e também em domicílio e na escola, conforme o que o plano da criança pedir. Uma das sessões da avaliação inicial já acontece na casa da família, para o planejamento nascer da rotina real.

A clínica atende convênio ou plano de saúde para terapia ABA?

Não atendemos convênio nem plano de saúde. Para manter a qualidade dos atendimentos e a equipe constantemente capacitada e treinada, optamos por manter os atendimentos de forma particular.

Próximo passo

Agende a avaliação inicial

Manda uma mensagem contando a idade da criança, se ela já fez terapia ABA antes e se já existe laudo ou encaminhamento. São as três coisas que a gente pergunta de qualquer jeito, e com elas a resposta já vem inteira, mesmo quando ela é indicar outro caminho.