Alinhada ao plano ABA
Quando a criança também faz terapia ABA aqui, os objetivos de aprendizagem conversam com o plano de intervenção: mesma criança, mesma direção, sem instrução contraditória entre uma sala e outra.
Para famílias, em Araçás, Vila Velha
A psicopedagogia cuida de como a sua criança aprende: o que trava na leitura, na escrita, na conta e na organização para estudar. Dislexia, TDAH e discalculia entram aqui de frente, com ou sem diagnóstico fechado.
Não sabe se é psicopedagogia que a sua criança precisa? Conta pelo WhatsApp o que está acontecendo com o aprendizado dela. Se o caminho for outro atendimento da equipe, a gente diz isso também. Tirar essa dúvida.
Antes de decidir
A psicopedagogia é a área que cuida de como se aprende: leitura, escrita, matemática e a organização para dar conta da tarefa. No Laboratório do Comportamento, em Vila Velha, ela investiga como a sua criança recebe a informação, o que já domina, onde trava e quais estratégias funcionam para ela em particular.
Toda criança aprende, mas nem toda criança aprende do mesmo jeito nem no mesmo tempo. Quando o aprendizado empaca, o problema quase nunca é falta de esforço: é alguma coisa no caminho entre o que a escola pede e o que aquela criança consegue fazer hoje.
A partir daí, o trabalho é individualizado e feito com material adequado à idade e ao interesse da criança. É por isso que psicopedagogia não é reforço escolar: em vez de repassar o conteúdo, ela mexe no jeito de aprender esse conteúdo.
Reconhecer letras e sons, ler entendendo o que leu, escrever o que pensa, sacar o que a conta está pedindo. É onde aparecem a dislexia e a discalculia. São habilidades construídas por etapas, e dá para descobrir em qual delas a criança parou.
Começar, sustentar e terminar. Guardar o material, entender o enunciado, pedir ajuda na hora certa, saber por onde começar a lição. É a frente que mais pesa quando existe TDAH na história.
Criança que erra muito começa a fugir da tarefa, e aí erra mais ainda. Recolocar a criança em situação de conseguir é parte do trabalho, e costuma ser o que muda o clima da lição de casa.
Esta seção descreve o que a psicopedagogia faz como área. Método, instrumentos e formato da avaliação da sua criança são definidos pela profissional da clínica no primeiro contato.
Para quem é
A psicopedagogia atende qualquer criança que esteja penando para aprender: dislexia, TDAH, discalculia, ou só a queixa da escola, sem diagnóstico nenhum. Crianças com Transtorno do Espectro Autista e outras neurodivergências também são atendidas aqui, dentro da equipe multidisciplinar. Não é preciso saber a causa para procurar: descobrir a causa é parte do trabalho.
Não precisa esperar o laudo para procurar ajuda. A clínica atende normalmente crianças sem diagnóstico fechado, e é comum o próprio médico pedir as avaliações dos profissionais para conseguir fechar o diagnóstico.
A avaliação psicopedagógica procura o ponto exato em que a construção emperrou. Sem isso, qualquer atividade nova é aposta, e a criança volta a fracassar no mesmo lugar.
Não existe um único jeito certo de aprender. O trabalho é encontrar os apoios que funcionam para aquela criança e treiná-los até virarem recurso dela, e não só do adulto que está do lado.
Boa parte do conflito em volta da lição de casa vem de expectativa desencontrada. Quando a família entende onde a criança está, a cobrança vira apoio.
Junto com a equipe
A psicopedagogia faz parte da equipe multidisciplinar da clínica: terapia ABA, fonoaudiologia, terapia ocupacional, nutrição e neuropsicologia no mesmo espaço, conversando entre si sobre a mesma criança.
Quando a criança também faz terapia ABA aqui, os objetivos de aprendizagem conversam com o plano de intervenção: mesma criança, mesma direção, sem instrução contraditória entre uma sala e outra.
A recomendação da clínica é começar por uma terapia e ir somando, e não abrir todas as frentes na mesma semana. Por onde começar é decisão da família, com a equipe ajudando a escolher.
Na clínica, em Araçás, Vila Velha, e também em domicílio e na escola. Onde a sessão da sua criança vai acontecer entra no plano, junto com a família.
Às vezes a queixa de aprendizagem pede primeiro uma avaliação neuropsicológica, que investiga atenção, memória, funções executivas e cognição. Se for o caso, a equipe diz isso na triagem.
Como funciona
São quatro etapas, sempre na mesma ordem. Você sabe em qual delas está o tempo todo, e cada uma termina com uma decisão da família.
Pelo WhatsApp. A família conta a idade da criança, em que ano escolar ela está e o que está acontecendo com o aprendizado, e a equipe faz uma triagem para entender a queixa e explicar como funciona o atendimento.
Se já existe laudo, relatório da escola, diagnóstico ou encaminhamento, mande junto com a primeira mensagem: a equipe segue a partir dali. Se não existe, tudo bem: a clínica atende normalmente crianças sem diagnóstico fechado.
A avaliação começa ouvindo a família e passa por atividades com a criança. O objetivo é entender o que ela já domina, onde a construção travou e como ela se organiza diante de uma tarefa.
É dela que sai o plano. Por isso o trabalho não começa por uma apostila pronta: começa pelo ponto em que a sua criança está.
Com base na avaliação, a profissional monta um plano individualizado, com objetivos escritos e a frequência de sessões que faz sentido para a criança e para a rotina da família.
Ali também se define onde a sessão acontece: na clínica, em domicílio ou na escola.
As sessões trabalham os objetivos do plano com material adequado à idade e ao interesse da criança. O que se busca não é o dever feito, e sim a criança conseguindo fazer com menos ajuda a cada vez.
A família acompanha o que está sendo trabalhado e recebe orientações para sustentar isso em casa, porque é lá que a lição acontece na maior parte da semana.
Antes da primeira mensagem
A psicopedagogia cuida de como a criança aprende. Ela investiga o que está entre a criança e o aprendizado, seja na leitura, na escrita, na matemática, na atenção à tarefa ou na organização para estudar, e monta um trabalho individualizado a partir do que a criança já consegue fazer.
O foco não é dar aula de reforço do conteúdo da escola: é destravar o processo de aprender.
Quando o aprender virou sofrimento. Alguns sinais comuns: a criança não acompanha a turma mesmo se esforçando, a lição de casa acaba em choro todo dia, ela troca ou pula letras muito depois da idade esperada, não sustenta a atenção na tarefa, evita ler ou escrever, ou já diz de si mesma que é burra.
Não é preciso ter certeza da causa para procurar: entender a causa é parte do trabalho.
Sim. Dificuldade de aprendizagem é exatamente o terreno da psicopedagogia: a dislexia na leitura e na escrita, a discalculia na matemática, e o peso do TDAH na atenção à tarefa e na organização para estudar.
O trabalho aqui é sobre como aquela criança aprende, e não sobre fechar diagnóstico: quem investiga a hipótese diagnóstica é a avaliação neuropsicológica, que também acontece na clínica.
Sim. A equipe multidisciplinar do Laboratório do Comportamento atende crianças de 8 meses a 15 anos com Transtorno do Espectro Autista e outras neurodeficiências, e a psicopedagogia faz parte dessa equipe. Também atendemos crianças que chegam pela queixa de aprendizagem, sem diagnóstico fechado.
Não. A clínica atende normalmente crianças sem diagnóstico fechado, e é comum o próprio médico pedir as avaliações dos profissionais para conseguir fechar o diagnóstico. Se já existe laudo, diagnóstico ou encaminhamento, mande o documento junto com a primeira mensagem: a equipe segue a partir dali.
Não. O reforço escolar repassa o conteúdo que a criança não aprendeu. A psicopedagogia trabalha o caminho pelo qual ela aprende: como a informação entra, como ela se organiza para dar conta da tarefa, quais estratégias funcionam para ela e o que está travando. Feito isso, o conteúdo da escola costuma ficar mais possível.
O atendimento da clínica acontece em Araçás, Vila Velha (ES), e também em domicílio e na escola. Onde a sessão da sua criança vai acontecer é definido no plano, junto com a família.
Não atendemos convênio nem plano de saúde. Para manter a qualidade dos atendimentos e a equipe constantemente capacitada e treinada, optamos por manter os atendimentos de forma particular.
Próximo passo
Manda uma mensagem contando a idade da criança, em que ano escolar ela está e o que está acontecendo com o aprendizado. Com essas três coisas a resposta já vem inteira, mesmo quando ela for indicar outro caminho.