Na clínica
A base do trabalho, em Araçás. É onde a equipe inteira está no mesmo lugar e onde a sala pode ser preparada para o objetivo da sessão.
Araçás, Vila Velha, Espírito Santo
O ambiente é parte do tratamento, não cenário. O espaço da clínica foi pensado para a criança que vai usar a sala: acolhedor, seguro, terapêutico e estimulante na medida, com salas de atendimento climatizadas e banheiro no tamanho de quem usa.
Conhecer não custa nada. A supervisora recebe a família antes de qualquer avaliação: explica a metodologia e mostra o espaço por dentro, sem compromisso.
O ambiente
Uma criança que chega a uma clínica pela primeira vez está fazendo duas coisas ao mesmo tempo: começando uma terapia e entrando num lugar desconhecido. O espaço existe para que a segunda parte pese o menos possível na primeira.
Por isso o ambiente foi projetado para as necessidades das crianças que atendemos: acolhedor, seguro e estimulante, e não adaptado às pressas a partir de uma sala de escritório. O que a criança com TEA precisa aqui, uma criança que se desorganiza com barulho também precisa: a régua foi essa.
Por dentro
O atendimento é individual, uma criança por sessão, numa sala preparada para o que aquele plano precisa. Estas são as três coisas que a família nota logo na primeira visita.
Os outros dois lugares
A habilidade que a criança aprende na sala precisa funcionar onde ela vive. Por isso o atendimento não fica preso à clínica: também acontece em domicílio e na escola, conforme o plano pedir.
Isso começa cedo. Uma das oito sessões da avaliação inicial já é feita na casa da família, de propósito.
Por que a sessão em casa. Para conhecer o cotidiano da criança e montar o planejamento com base na realidade dela. Não adianta ensinar a amarrar o sapato se em casa ela só usa sandália de tirinha.
A base do trabalho, em Araçás. É onde a equipe inteira está no mesmo lugar e onde a sala pode ser preparada para o objetivo da sessão.
Onde a rotina é de verdade: a hora do banho, a hora de comer, a hora de dormir. É lá que boa parte dos objetivos precisa acontecer para valer.
Quando o plano pede, a terapia vai para a sala de aula, que é onde várias das habilidades sociais e de aprendizagem são cobradas da criança.
Como chegar
A clínica fica em Araçás, na Grande Vitória: dá para vir de Vila Velha, de Vitória, da Serra e de Cariacica. Se ficar em dúvida no caminho, é só chamar no WhatsApp.
Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h.
A primeira visita pode ser só sua. A supervisora recebe a família, explica a metodologia e mostra o espaço por dentro. Só depois, se fizer sentido, a gente agenda a avaliação da criança.
Dúvida sobre o caminho, estacionamento ou acesso? Pergunte no WhatsApp antes de sair de casa.
Antes da primeira visita
No bairro Araçás, em Vila Velha, Espírito Santo, na Rua Montevidéu, nº 912, sala 01, CEP 29.103-025. É a mesma região para quem vem de Vitória, da Serra ou de Cariacica pela Terceira Ponte.
Dá. Antes de qualquer avaliação é possível marcar um horário com a supervisora: ela explica a metodologia e apresenta o espaço físico da clínica. É o caminho mais macio para quem ainda está decidindo.
Não. Atendemos na clínica, em domicílio e na escola. Uma das sessões da avaliação inicial para a terapia ABA já é feita em domicílio, de propósito, para conhecer o cotidiano da criança e montar o planejamento com base na realidade dela.
Sim, e não só. O espaço foi pensado para atender às necessidades de crianças com TEA: acolhedor, seguro e estimulante, com salas de atendimento climatizadas e banheiro no tamanho das crianças. E o que serve para elas serve para qualquer criança que se desorganiza com excesso de estímulo.
A terapia ABA e a equipe multidisciplinar atendem de 8 meses a 15 anos. A fonoaudiologia vai até 16 anos e atende também recém-nascido com dificuldade de amamentação ou de deglutição. A avaliação neuropsicológica não tem faixa etária: crianças, adolescentes e adultos.
Próximo passo
Manda uma mensagem contando a idade da criança e se já existe laudo ou encaminhamento. A gente combina um horário para você conhecer o espaço e conversar com a supervisora antes de qualquer decisão.
· Segunda a sexta, das 8h às 18h